Primeira-Dama destaca experiência chinesa para reforço da produção de arroz em Moçambique 

A Primeira-Dama da República, Gueta Chapo, destacou na sexta-feira, na cidade de Changsha, na província chinesa de Hunan, o potencial de Moçambique para reforçar a produção de arroz, sublinhando que a experiência chinesa no desenvolvimento de variedades híbridas pode contribuir para melhorar a segurança alimentar no país.

Falando durante uma visita ao Centro de Investigação de Arroz Híbrido de Hunan, considerado uma referência mundial na investigação e produção deste cereal, Gueta Chapo salientou a importância da transferência de conhecimento e tecnologia para impulsionar a produtividade agrícola moçambicana.

“Em Moçambique, nós produzimos arroz, não em grandes quantidades como produzem na China, mas com esta experiência nós também podemos melhorar a nossa forma de produção.

Produz-se mais arroz na província de Sofala, na Zambézia também e um pouco de Niassa e Inhambane”, afirmou.

A Primeira-Dama evidenciou que o contacto directo com centros de excelência como o de Hunan permite identificar soluções práticas para aumentar os níveis de produção e responder aos desafios da fome, sobretudo em países em desenvolvimento.

O Centro de Investigação de Arroz Híbrido de Hunan é reconhecido internacionalmente pelo desenvolvimento de variedades de arroz de alto rendimento, desempenhando um papel central nos esforços globais para o aumento da produção alimentar e combate à insegurança alimentar.

A visita da Primeira-Dama insere-se no conjunto de actividades paralelas à Visita de Estado que o Presidente da República, Daniel Chapo, efectua à República Popular da China, a convite do seu homólogo, Xi Jinping, com vista ao reforço da cooperação bilateral.

Ainda no mesmo dia, Gueta Selemane Chapo visitou a Universidade Feminina de Hunan, uma instituição pública dedicada à formação superior de mulheres, que oferece cursos em áreas como Ciências Sociais, Economia e Gestão, Educação, Direito e Engenharia e Tecnologia.

A deslocação à universidade permitiu conhecer experiências no domínio da educação feminina e do empoderamento das mulheres, áreas consideradas estratégicas para o desenvolvimento inclusivo e sustentável de Moçambique.

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