O Presidente da empresa Portos e Caminhos de Ferro de Moçambique (CFM) disse, hoje, em Maputo, que as cheias e inundações já causaram, este ano, prejuízos superiores a 40 milhões de dólares.
“Significa que continuamos a não fazer naquela linha cerca de quatro comboios por dia. Então estamos a acumular prejuízos naquilo que é o tráfego que esperávamos fazer, do Zimbabué, sobretudo, e de passageiros para Xicualacauala” disse, Agostinho Langa Jr.
Citado pela Rádio Moçambique, adiantou que, inevitavelmente, os CFM vão ter de rever os planos orçamentais, com a possibilidade de realizar desvios, principalmente, para repor a transitabilidade da linha do Limpopo.
“Nós vamos ter que rever o nosso orçamento. Vamos ter que fazer desvio de aplicação de alguns fundos para nos concentrarmos na linha do Limpopo” admitiu.
Ele falava à margem da conferência intermédia da Associação dos Portos de Língua Portuguesa.
Recorde-se que a Direcção Executiva dos CFM-Sul adiantou que a circulação integral da linha do Limpopo será reposta até meados de Abril.
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