Em todo o mundo, foram registadas 129 mortes de profissionais da comunicação social, precisamente de jornalistas, divulgou, ontem, o Comité para a Protecção de Jornalistas (CPJ).
Desde que há levantamentos, este é o novo recorde em 30 anos, após o anterior de 2024, quando foram registadas 124 mortes.
Segundo a organização não-governamental norte-americana, o Estado israelita é responsável por dois terços das mortes (86), sendo a maioria das vítimas palestinianas na faixa de Gaza.
O Director de Projectos da organização, Martínez de la Serna, notou que nos últimos anos houve mais ataques por drones, tendo sido registados 39, contra dois em 2023.
Os jornalistas também foram vítimas do crime organizados.
“Os ataques à imprensa são um importante indicador de ataques a outras liberdades, e muito mais precisa ser feito para prevenir esses assassínios e punir os responsáveis” disse a Directora-Executiva do CPJ, Jodie Ginsberg.
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