A Sociedade Interbancária de Moçambique (SIMO), gestora da Rede Única Nacional de Pagamentos (SIMOrede), esclareceu esta quinta-feira, que a indisponibilidade registada recentemente em alguns serviços de pagamento electrónico não resultou de um “apagão” generalizado do sistema, mas sim de uma ocorrência técnica provocada por actos de vandalização.
Em nota de esclarecimento tornada pública esta quarta-feira, a instituição explica que, no dia 11 de Fevereiro de 2026, foi registada uma indisponibilidade parcial da SIMOrede, na sequência da vandalização deliberada da fibra óptica de alta velocidade, o que originou perda de sinal e afectou simultaneamente a ligação redundante.
Como consequência, alguns serviços ficaram temporariamente indisponíveis em determinados terminais ATM e POS de alguns bancos, situação que gerou constrangimentos aos utilizadores.
A SIMO refere que, após a detecção do incidente, foram de imediato accionados os procedimentos de recuperação, permitindo o restabelecimento integral dos serviços ainda no mesmo dia. A instituição acrescenta que decorrem acções para reforçar os mecanismos de resposta a incidentes semelhantes, com vista a aumentar a robustez do sistema.
A entidade reafirma o seu compromisso com a disponibilização de um sistema electrónico de pagamentos moderno, integrado e de acesso universal, que promova a massificação dos meios de pagamento electrónicos em todo o território nacional.
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