A presidente do Instituto Nacional de Gestão e Redução do Risco de Desastres – INGD, Luísa Meque, reconheceu esta quarta-feira (18), a existência de casos de desvio de alimentos destinados às vítimas das inundações em alguns centros de acolhimento no País.
Segundo a dirigente citada numa publicação do Jornal Evidências, o INGD valoriza as denúncias relacionadas com o desvio de doações e considera fundamental o envolvimento público no controlo do processo. “Nós elogiamos bastante estas divulgações que possam ser feitas de desvio das doações e contamos também com o apoio da comunicação social para que nos façam chegar estes casos”, afirmou a responsável.
Na mesma ocasião, a fonte acrescentou que actos desta natureza “comprometem o espírito solidário que motiva a entrega de ajuda às vítimas de calamidades”, referindo que não é justo que o gesto de solidariedade seja prejudicado por pessoas que tentam tirar proveito das doações destinadas aos afectados.
E para evitar com que os produtos continuem a ser desviados, a dirigente explicou que a monitoria não é apenas responsabilidade da instituição, defendendo que toda a sociedade deve participar na fiscalização. “Qualquer cidadão que esteja nos centros de acolhimento deve acompanhar o processo de distribuição e denunciar irregularidades às autoridades ou às entidades responsáveis pela gestão dos locais”, reforçando que o envolvimento da comunicação social é essencial para garantir transparência e responsabilização.
(Foto DR)
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