A companhia aérea nacional de Moçambique, LAM, introduziu recentemente um novo modelo de tarifas que visa transformar a experiência de voo dos seus clientes através de uma segmentação mais clara e adaptada a diferentes orçamentos. Sob o conceito de que o passageiro é quem escolhe o custo da sua viagem, a transportadora apresenta quatro categorias distintas denominadas Lite, Basic, Semi Flex e Flex.
A tarifa Lite surge como a opção mais económica e restritiva, sendo desenhada especificamente para quem viaja apenas com bagagem de mão até 7kg. Esta modalidade exige um planeamento rigoroso, uma vez que a compra deve ser efetuada com pelo menos 15 dias de antecedência e não permite qualquer tipo de alteração, reembolso ou acumulação de milhas.
Para quem necessita de despachar bagagem, a tarifa Basic surge como o patamar seguinte. Esta opção já inclui uma mala de porão de 23kg e permite a acumulação de 25% de milhas, embora a flexibilidade continue a ser limitada e sujeita a taxas de alteração elevadas. Já a categoria Semi Flex equilibra o custo com a conveniência, oferecendo reembolsos de metade do valor do bilhete e uma estadia máxima permitida de seis meses, o que a torna atrativa para viagens de média duração.
No topo da nova pirâmide de serviços encontra-se a tarifa Flex. Esta modalidade destina-se a passageiros que privilegiam a segurança do investimento, garantindo o reembolso de 90% do valor pago tanto antes como depois da partida. Além disso, permite a acumulação total de milhas e uma estadia máxima de até um ano.
Com esta reestruturação, a LAM pretende modernizar a sua oferta comercial e aproximar-se dos padrões internacionais de aviação, permitindo que cada viajante pague apenas pelos serviços que efetivamente pretende utilizar. A empresa reforça que todos os detalhes e condições específicas podem ser consultados no seu portal oficial ou através da linha de apoio ao cliente.
Imagem: DR