Nem a PJ de Portugal convence o BPI que exige mais investigações sobre a morte de administrador do BCI

A Direcção Máxima do Banco BPI parece que ainda não está convencida das conclusões policiais sobre a morte do administrador do Banco Comercial e de Investimento (BCI), Pedro Reis.

A comunicação social portuguesa adiantou, recentemente, que o Presidente da Comissão Executiva do BPI, João Pedro Oliveira e Costa, quer mais investigações que tragam mais certezas redondas.

Os eventuais elementos de certeza em falta parecem ser os mesmos que trouxeram a Maputo agentes da Polícia Judiciária (PJ) de Portugal, após dúvidas da conclusão do Serviço Nacional de Investigação Criminal (SERNIC), que apontou suicídio como a causa da morte de Reis. O SERNIC disse que não havia dúvidas sobre a causa da morte. Após fazer a sua parte em território moçambicano, a PJ concluiu e disse o mesmo, que não havia dúvidas que se tratou de uma morte por suicídio. Contudo, o BPI exige profundidade nas investigações e certezas nas conclusões.

Costa pede que “a investigação vá até ao fim para ter a certeza completa” escreve o Observador, num texto em que o CEO “devem ser as autoridades competentes a investigar e tirar as suas conclusões” sobre o caso e as suas circunstâncias.

Segundo a fonte, Reis já havia manifestado à gestão do banco em Lisboa a vontade de continuar a trabalhar em Moçambique. “[…] tinha paixão por Moçambique”.

A PJ alertou que a investigação à morte de Pedro Reis não está encerrada, uma vez que “para cada acção há uma motivação”. Os inspectores vão tentar agora perceber qual foi a motivação da vítima que, pelos dados preliminares, ingeriu veneno de ratos e automutilou-se com uma faca em várias zonas do corpo. Ler mais…

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